sábado, junho 20, 2026
INFO FINTECH
Advertisement
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Tecnologia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Tecnologia
  • Geral
  • Contato
No Result
View All Result
INFO FINTECH
No Result
View All Result
Home Startup

o que o iFood ensina sobre o futuro do relacionamento com o cliente

redacao by redacao
05/06/2026
in Startup
0 0
0
o que o iFood ensina sobre o futuro do relacionamento com o cliente
0
SHARES
0
VIEWS
Share on FacebookShare on Twitter


Quem acompanha de perto o ecossistema de marketing digital e inovação sabe que o Salesforce Connections é o grande compasso global sobre o futuro das interações entre marcas e pessoas. Ao absorver os debates da edição deste ano, minha principal percepção foi muito clara. A Inteligência Artificial deixou oficialmente o estágio do hype para assumir uma nova cadeira nas empresas, a de motor de produtividade para operações complexas. O evento nos mostrou que o futuro da comunicação corporativa é hiper-personalizado e orquestrado por múltiplos agentes de IA. O grande desafio debatido, no entanto, é o paradoxo da escala: como automatizar conversas com milhões de usuários sem perder o fator humano? 

A resposta mais precisa para essa dualidade não veio de uma teoria abstrata, mas da prática de um gigante brasileiro. O case de comunicação preditiva do iFood é a materialização exata de tudo o que os palcos globais vêm apontando como o futuro da nossa indústria. 

A disciplina de dados antes do algoritmo 

O cenário inicial do iFood refletia as clássicas dores de hipercrescimento que sempre debatemos em eventos de tecnologia: dados fragmentados pelas diversas frentes do ecossistema e processos de comunicação excessivamente manuais. A consequência direta? Uma estratégia de relacionamento que muitas vezes precisava atuar na base da intuição (a famosa “era do achismo”), o que limitava a produtividade do time e gerava ruídos. 

A lição número um desse case, que se alinha perfeitamente à visão global do Connections, é: não existe predição inteligente sem uma fundação de dados sólida. Para orquestrar as interações de forma eficiente, o iFood precisou primeiro construir uma visão 360º, unificando as informações de todo o ecossistema. O grande aprendizado aqui é que a inteligência coletiva e a produtividade real começam na arrumação da casa. 

A ascensão da inteligência autônoma e o papel da Cora 

Com os dados estruturados, o iFood deu um salto tecnológico brilhante. Em vez de apenas adotar ferramentas isoladas, eles criaram exatamente o que o Connections projeta como padrão para os próximos anos: um ecossistema de agentes de IA, através de tecnologias como Salesforce, Slack e WPP Open, operando nos bastidores para escalar o trabalho da equipe de comunicação. 

Esses colaboradores virtuais foram desenvolvidos para ajudar na segmentação, na adaptação criativa e na análise das campanhas. Mas a grande estrela dessa engrenagem, e a prova viva de como a tecnologia impulsiona a eficiência humana, é a Cora. Atuando como o verdadeiro “coração” das réguas de relacionamento da empresa, a Cora domina o processo de comunicação de ponta a ponta. 

O ganho de produtividade que ela traz é imenso: de forma autônoma, ela recebe o briefing das ações através de uma simples mensagem e realiza todo o setup técnico diretamente nas plataformas de automação. Ela organiza desde os ativos criativos até a estrutura de segmentação de público. É a eficiência operacional elevada ao nível máximo, liberando a equipe da fricção tática do dia a dia. 

A IA não substitui os times, ela potencializa as conexões 

Diante de assistentes autônomos tão avançados como a Cora, a pergunta instintiva de qualquer executivo é: “A Inteligência Artificial vai substituir as equipes de comunicação e relacionamento?” 

A visão consolidada no Connections e que o iFood prova na prática é de que a IA não substitui os times, ela tira o peso do trabalho braçal. Ao delegar a operação técnica e o “achismo” para as máquinas, a tecnologia traz um ganho absurdo de produtividade, devolvendo aos profissionais o ativo mais valioso de todos: tempo para focar na estratégia e na conexão real com os restaurantes. 

O resultado prático dessa mudança é uma comunicação muito mais fluida. Sem a necessidade de processos manuais exaustivos, o iFood passou a incomodar muito menos os seus públicos com mensagens irrelevantes e a converter muito mais nas campanhas certas. Tudo isso operando de forma mais ágil e menos custosa. 

Eventos globais de vanguarda sempre nos mostram a ponta do iceberg da inovação. Mas o que cases como esse nos ensinam é que a Inteligência Artificial atua intensamente nos bastidores, lidando com os processos pesados, justamente para garantir que as equipes sejam mais produtivas e que, na linha de frente, nossos negócios pareçam cada vez mais inteligentes, relevantes e incrivelmente humanos.



Fonte: https://www.startse.com/artigos/o-fim-da-era-do-achismo-o-que-o-ifood-ensina-sobre-o-futuro-do-relacionamento-com-o-cliente/

Previous Post

iPad Pro de 13 polegadas atinge menor preço histórico com 61% OFF no Magalu

Next Post

Brasil encara o Egito em último teste antes da Copa do Mundo de 2026

redacao

redacao

Next Post
Brasil encara o Egito em último teste antes da Copa do Mundo de 2026

Brasil encara o Egito em último teste antes da Copa do Mundo de 2026

INFO FINTECH

© 2026

  • Contato
  • INFO FINTECH
  • Quem Somos
  • Sample Page

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
No Result
View All Result
  • Home
  • Quem Somos
  • Últimas Notícias
  • Tecnologia
  • Geral
  • Contato

© 2026